O Estúdio CRUA produz conteúdos documentais e desenvolve projetos que utilizam novas tecnologias para impacto social e promoção do patrimônio cultural. O estúdio atua em duas frentes: produção [CRUA FILMES] e formação [CRUA LAB].

[CRUA FILMES]

FILMES EM DISTRIBUIÇÃO
Som dos Sinos (70’, 2016)
Gary (10’, 2017)

FILMES EM PRODUÇÃO
Alzira E – Aquilo que eu Nunca Perdi (DOC, 90′)

EM DESENVOLVIMENTO
A Dupla Natureza da Luz (Longa DOC)
Canto Delas (DOC, série 13 x 26’)

FESTIVAIS | DESTAQUES
Festival Biarritz América Latina, Festival Internacional de Cine Documental de Uruguay – Atlantidoc, MiradasDoc – Festival y Mercado Internacional de Cine Documental de Espanha, International Market Visions du Réel – Media Library Doc Outlook, Margaret Mead Film Festival, Art of Brooklyn Film Festival, XVII Boston Latino International Film Festival (2018), Heritales – International Heritage Film Festival, FAM – Florianópolis Audiovisual Mercosul, Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro – Curta Cinema, Festival do Filme Etnográfico do Pará, Festival Internacional do Filme Etnográfico do Recife, Encontro Nacional de Cinema e Vídeo dos Sertões, Mostra Sesc de Cinema Paulista, Festival Internacional de Cine en Guadalajara – Market Screenings Guadalajara Film Market, Porto7 – Festival Internacional de Curtas-Metragens do Porto.

                        

                         

[CRUA LAB]

O Estúdio organiza atividades de formação na área de narrativas transmídia, memória e território, assim como laboratórios de criação em parceria com designers, ilustradores, programadores, documentaristas, produtores e pesquisadores. ​Trabalhamos com palestras, cursos teóricos e instrumentais, ateliês de desenvolvimento e formatação de projetos transmídia​ e​ práticas de produção.

O projeto Hackathon Webdoc produziu documentários interativos ​coletivos como ​Bixiga Existe, indicado pelo Le Monde Diplomatique Brasil como uma das narrativas mais interessantes da web em 2017 e a metodologia do Hackathon Webdoc foi convidada a ser apresentada em um dos mais importantes fóruns da área, o i-Docs,​ ​Bristol, Reino Unido​.

[Parceiros e clientes]
SP Cine, Sesc 24 de maio, ​IPHAN, ​Laboratório de Imagem e Som em Antropologia e Centro de Preservação Cultural da Universidade de São Paulo (USP),Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UniRio), Centro de Pesquisa de Formação do SESC SP, Oficinas Culturais ​do Estado de São Paulo ​e Poiesis​, Eletrobrás, Furnas, Ministério da Cultura, Klynt, Casa seLecT, Foto em Pauta – Festival de Fotografia de Tiradentes.

PRÊMIOS
​O projeto transmídia Som dos Sinos recebeu o ​Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade 2016, a maior premiação na área de promoção e preservação do Patrimônio Cultural de todo o Brasil, realizado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Também venceu a categoria Cultura e Turismo do prêmio WSA Mobile Brasil, que teve início em 2003, em Genebra, no âmbito da Cúpula das Nações Unidas sobre a Sociedade da Informação (WSIS – World Summit on the Information Society) e vem sendo coordenado pelo Centro Internacional de Novas Mídias (ICNM – International Center for New Media), de Salzburg, Áustria.

[SOBRE AS DIRETORAS]



Marcia Mansur

Documentarista e produtora executiva para as áreas de audiovisual e artes integradas. Foi artista residente do Núcleo de Estudos Contemporâneos do Museu da Imagem e do Som de São Paulo (NEC-MIS 2018), que atua na confluência entre arte e tecnologia, no qual desenvolveu a vídeo-performance “Cine Rabeca”, lançado em São Paulo no Sesc Paulista em 2019. Atuou como diretora, roteirista, editora e pesquisadora em curtas e longas metragens documentais como “Rosário do Sertão” (2010) e o “O Som dos Sinos” (2017), que foram exibidos em festivais como Festival Biarritz Amerique Latine (França, 2017), Margaret Mead Film Festival (Nova Iorque, 2018) e Contro-Sguardi International Festival of Anthropological Cinema (Itália, 2010) e premiados em festivais de Madrid, Frankfurt, São Paulo. Produziu séries de documentários para TV como Olaria Cultural (6 x 26’’), sobre mestres da cultura popular de Pernambuco e Releitura (12 x 26’), sobre o universo da literatura contemporânea de Recife. Atualmente desenvolve pesquisa de Doutorado em Antropologia da Imagem na Unicamp.

Marina Thomé
Fotógrafa, documentarista e artista multimídia. Mestre em Documentário Criativo (UAB – Barcelona), Pós-graduação em Arte & Tecnologia (UBA – SP) e especialista em fotojornalismo e storytelling (International Center of Photography, NYC). Suas produções recentes incluem os documentários “O Som dos Sinos” (2017), exibido em festivais na França, Estados Unidos e Portugal, e o curta metragem GARY, que estreou em 2017 no Festival Internacional de Curtas Metragens do Rio de Janeiro e foi selecionado para festivais no Uruguai, Espanha e Portugal. Atou como diretora de fotografia e roteirista de “La Ciudad Tipográfica”, exibido em festivais como SKENA UP 2012 (Kosovo), Tirana International Film Festival 2012 (Albania) e Muestra cinematográfica del Atlántico (Espanha), e produtora digital de “Las sombras del Progreso” (primeiro documentário interativo da Espanha), selecionado para o Festival L’Alternativa no Centro de Cultura Contemporânea em Barcelona. Participou como artista convidada na Residência Brasis SP | Redbull Station e apresentou a exposição individual fotográfica “Sobre Rios – Às Margens de Laos”, que circulou no Estúdio Lâmina (SP) e nos Centros Culturais do Banco do Nordeste (CE e PB). Consultora de Comunicação e Conteúdo para a Cinemateca Brasileira de 2016-2018. Atualmente dirige o documentário em produção Alzira E – Aquilo Que Eu Nunca Perdi, projeto ganhador do Rumos Itaú Cultural, com previsão de lançamento para 2020.